Para maioria dos brasileiros sistema tributário é inadequado, revela pesquisa CNDL

Pesquisa realizada pela CNDL/ SPC Brasil, em parceria com a Offer Wise mostra que 56% dos consumidores, o sistema tributário atua não é adequado para a realização de negócios no Brasil.

Além disso, o levantamento apontou que um terço dos entrevistados afirma estar mais ou menos informado, no que se refere a reforma tributária.

A notícia de que os debates no Congresso Nacional a respeito da reforma tributária devem retornar agora no início dos trabalhos legislativos e que serão prioridades, chega em boa hora. E, na pesquisa realizada pelo sistema CNDL/ SPC Brasil, em parceria com a Offer Wise, mais da metade dos brasileiros (56%) acredita que o sistema tributário atual não é adequado para fazer negócios no Brasil. Apenas 17% dos entrevistados acreditam que o modelo de tributação em vigor é adequado.

Por conta da pandemia, a reforma que seria analisada pelo legislativo ficou em segundo plano, devendo retornar a pauta este ano. Além da proposta de reforma enviada pelo Governo Federal, existem outras duas em andamento no Congresso.

A presidente da FCDL MS, Inês Santiago, reforçou a importância da reforma. “A pandemia tem sido mais um fator para a urgência da reforma tributária. O país não aguenta este modelo, que já se tornou arcaico”.

Inês destacou a necessidade de simplificação do sistema tributário brasileiro. “É uma questão de eficiência e isso é fundamental para a retomada do crescimento do país. As altas taxas tributárias sufocam o empresário, impedem os investimentos e consequentemente o próprio crescimento do Brasil, pois se dificulta a abertura e a sobrevivência dos empreendimentos”.

Para a presidente é essencial que o brasileiro esteja atendo às reformas. “Mexe com a vida de todos e isso exige que fiquemos atentos aos debates que retornam ao Congresso. Estamos apostando nos avanços que pode gerar como a diminuição da carga tributária, simplificação de todo o sistema tributário brasileiro e de forma especial, neste momento tão difícil, na geração de emprego e renda”.

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