Órgão ambiental de MS diz que é um fenômeno natural acúmulo de galhos e troncos em rio do Pantanal

Laudo técnico de equipe de fiscalização do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) divulgado nesta terça-feira (14) diz que se trata de um fenômeno natural o acúmulo de material orgânico, como galhos e troncos de árvores, no leito do rio Miranda, na região do Pantanal.

Na sexta-feira passada (10), a aglomeração deste tipo de material criou uma barreira na calha do rio, próximo a ponte de Calcário, já na área urbana do município de Miranda, impedindo a navegação e assustando moradores e ambientalistas.

Com auxílio de máquinas da prefeitura de Miranda, o entulho foi retirado devolvendo a normalidade ao leito do rio.

Segundo o Imasul, nesta segunda, a equipe de fiscalização, composta pelo engenheiro Diego do Carmo Brito, os gerentes Luiz Mário Ferreira (Fiscalização) e Leonardo Sampaio Costa (Recursos Hídricos) e pelo próprio diretor presidente do órgão, André Borges, estiveram na região.

Com base na verificação in loco e em imagens feitas por drone, chegaram a conclusão de que se trata de um fenômeno natural e que já foi registrado em 2007. O laudo aponta ainda que o quadro está ligado às fortes chuvas que atingiram a região nos últimos dias e que fizeram com que o leito do rio subisse de 3,86 metros para 5,28 metros em duas semanas, junto com o acúmulo de material vegetal seco depositado ao solo próximo aos cursos de água.