Riedel diz que quase metade dos alunos do ensino médio faz formação profissional

O governador de Mato Grosso do Sul e candidato à reeleição, Eduardo Riedel (PP), comparou o desenvolvimento do Estado com a formação técnica de estudantes ainda no ensino médio.

Isso porque, conforme Riedel, quase metade dos estudantes do ensino médio já frequenta cursos profissionalizantes no contraturno escolar. Assim, ampliar a formação técnica ainda durante a educação básica é uma maneira de aproximar os jovens das oportunidades abertas pelo mercado de trabalho. “A responsabilidade de olhar para o seu caminho, identificar o que está te travando e ajudar a abrir passagem é nossa”, afirmou Riedel.

O governador defende que políticas públicas podem criar condições para que o esforço individual resulte em melhores perspectivas de renda e emprego.

Além da educação profissional oferecida a estudantes do ensino médio, Riedel destaca programas de qualificação destinados a trabalhadores que procuram emprego ou querem mudar de ocupação.

A estratégia, segundo ele, é organizar os cursos considerando a vocação econômica de cada região do Estado. A intenção é reduzir a distância entre a capacitação oferecida e as vagas geradas pela atividade econômica local. “Para quem sonhava com um novo emprego, oferecemos qualificação em massa. Os cursos atendem à vocação econômica de cada região do Estado, aproximando o trabalhador das novas oportunidades”, afirmou.

Para Riedel, qualificação e educação profissional são, por isso, instrumentos para ampliar as possibilidades de acesso a empregos de maior renda e construir trajetórias profissionais mais estáveis.

O governador sustenta que Mato Grosso do Sul alcançou posição de destaque nacional em mobilidade social e relaciona esse desempenho às oportunidades abertas nos últimos anos. No material fornecido, porém, não são apresentados a fonte estatística nem o período de referência desse indicador.

Histórias transformadas pela educação

A auxiliar administrativa Luciana Rêgo traduz essa expectativa em dois projetos simultâneos: concluir a própria formação e garantir que os filhos também estudem. “Meus planos são me formar, formar meus filhos”, resumiu.

Para Ana Paula da Silva, operadora de telemarketing, o objetivo é mais concreto: “Hoje seria uma casa”. Wesley Ramos, comerciante, pretende estudar Medicina Veterinária. Suzana Duarte, auxiliar de classe, quer assistir à formação dos filhos. “Acho que é o sonho de toda mãe, né?”, disse.

As histórias são diferentes, mas ajudam a colocar em escala cotidiana uma questão que atravessa políticas de educação, emprego, renda e assistência social: como transformar expansão econômica em possibilidade concreta de ascensão para quem trabalha e busca melhorar de vida.

FonteMidiamax/ Redação

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