Mulher que matou chargista diz que estava ‘muito magoada por não ser assumida publicamente pela vítima’

A massoterapeuta de 44 anos, que confessou o assassinato do chargista Marco Antônio Rosa Borges, de 54 anos, alegou que estava “muito magoada por não ser assumida publicamente pela vítima”.

Ela prestou depoimento por cerca de 1h30, na Delegacia Especializada em Repressão à Homicídios (DEH) e contou detalhes do crime, nessa quarta-feira (25). Em seguida, foi levada para uma cela da 2ª Delegacia de Polícia, em Campo Grande.

Segundo a polícia, a suspeita comentou que mantinha um relacionamento amoroso com a vítima por nove meses e, desde o início, esperava ser assumida publicamente por ele. No entanto, sempre que falava no assunto, a vítima teria dito a ela que “não iria falar para os amigos e a família que namoraria uma pessoa que faz massagem com toque genital, principalmente em homens”.

Ainda nos autos do inquérito, consta que a mulher relembrou de uma briga, que teria ocorrido entre ambos há cerca de duas semanas. Na ocasião, ainda conforme a polícia, a suspeita contou que a vítima foi até o trabalho dela e ressaltou que estava tentando reatar um antigo relacionamento. Após um tempo, a vítima teria dito a ela que “não deu certo, mas, arrumaria uma outra namorada para ela continuar sendo amante”.