Análises periciais indicam que projétil encontrado em Fabíola Marcotti partiu de disparo feito a longa distância. Caso é investigado como feminicídio.
Por Loraine França, Débora Ricalde, Alex Mendes, g1 MS e TV Morena — Mato Grosso do Sul
O Instituto de Medicina e Odontologia Legal de Mato Grosso do Sul (Imol-MS) concluiu o exame necroscópico sobre a morte da fisioterapeuta Fabíola Marcotti, de 51 anos, encontrada morta em uma casa na Chácara Cachoeira, em Campo Grande, no dia 18 de maio deste ano. O laudo afasta a hipótese de que a vítima tenha tirado a própria vida.
Desde a morte da fisioterapeuta, o caso caminhava por duas linhas de investigação: feminicídio ou suicídio. O principal suspeito, o médico cardiologista João Jazbik Neto, de 78 anos, chegou a ser preso. Atualmente, ele está em prisão domiciliar e é monitorado por tornozeleira eletrônica.

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