O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, condenou o ex-governador do estado, Sérgio Cabral a 18 anos de prisão na ação penal que trata do pagamento de propina no fornecimento de merenda escola e alimentação de detentos. Com mais esta condenação, as penas de Cabral chegam a 215 anos e 11 meses de prisão.
As investigações contra o ex-governador fazem parte da Operação Ratatouille, desdobramento da Lava-Jato no Rio. De acordo com a denúncia, Cabral recebeu R$ 16,7 milhões entre os anos de 2007 e 2016, repassados pelo empresário Marco Antônio de Luca, dono da empresa Masan e da Milano.
Antônio também foi condenado no processo, a 32 anos. Além deles, o juiz também condenou Luiz Carlos Bezerra, apontado como operador financeiro de Cabral, a 5 anos e seis meses de prisão. A Milano e a Masan foi agraciada com R$ 2,5 bilhões em contratos na gestão do ex-governador, o que chamou atenção das autoridades.





