A Santa Casa de Campo Grande, que está em “queda de braço” para tentar conseguir mais recursos com a justificativa de garantir o funcionamento do hospital, consumiu aproximadamente R$ 100,3 milhões em três meses.
O dinheiro foi garantido por meio de empréstimo junto a Caixa Econômica Federal (CEF), em abril deste ano.
Porém, agora a quantia já não está mais disponível, conforme apuração feita pelo Correio do Estado junto a membros da diretora e do conselho da Associação Beneficente de Campo Grande (ABCG), que administra o hospital.
Sem explicar o destino do empréstimo milionário, o vice-presidente da entidade, Heitor Rodrigues Freire, informou que o hospital ainda tem dívidas.
“Fizemos a consolidação da dívida, por isso pegamos o empréstimo. Vamos pagar as parcelas mensais”.
Ele também informou que o hospital não tem dever de usar o recurso do empréstimo bancário para pagar os salários dos funcionários.
“O pagamento dos funcionários depende de serviços prestados. É necessário pagar o médico que fez o atendimento, o remédio utilizado e a refeição. Essa é a questão e por isso a gente queria o contrato, que ainda não foi renovado. Esta administração pediu 90 dias para se situar, estão sendo feitos aditivos e nada”, disse Freire.
Fonte: Site Correio do Estado / Foto: Paulo Ribas/Correio do Estado





