Depois dos veículos em nome das empresas Minerworld, Bit Ofertas, Bitpago e outros sete investigados pelo Ministério Público do Estado (MP-MS), na Operação Lucro Fácil, a Justiça determinou o bloqueio da previdência privada para garantir os R$ 300 milhões que devem ser usados para indenizar as vítimas, se for comprovada a fraude.
Em nota, a Minerworld informou que não é, nem nunca foi, uma pirâmide financeira. A empresa foi, sim, vítima de uma fraude na exchange americana Poloniex e, por isso, começou a ter problemas com os investidores.
A reportagem não conseguiu contato com a Bitpago e a Bit Ofertas.
Segundo as investigações, a empresa que prometia 100% de lucro após um ano do investimento com a mineração de bitcoins, mas parou de fazer os pagamentos dos rendimentos desde o fim do ano passado.
A partir daí começou a investigação porque muitos investidores deixaram de ser remunerados quando a empresa parou de minerar de criptomoeda. Houve, em um primeiro momento, a denúncia da Comissão de Valores Imobiliários, ressaltando o público lesado e pedindo providências, momento em que uma ação civil pública foi ajuizada.
A operação foi deflagrada no último dia 17 de abril, quando foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em Campo Grande e na capital paulista. Além dos escritórios das três empresas, os policiais também estiveram na residência dos sócios.
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