Mais jovem bebê prematuro a sobreviver no mundo comemora primeiro aniversário nos EUA

Quando Beth Hutchinson teve problemas de saúde e seu bebê nasceu com 21 semanas e dois dias de gestação, pesando apenas 340 gramas, em 5 de junho de 2020, os médicos avisaram que ela e o marido, Rick, não deveriam ter esperanças de que ele sobreviveria.

Richard pesava apenas 340 gramas ao nascer — Foto: Rick e Beth Hutchinson via Guinness World Records/Divulgação

Richard pesava apenas 340 gramas ao nascer — Foto: Rick e Beth Hutchinson via Guinness World Records/Divulgação

Ele era 131 dias prematuro e, até então, nenhuma criança no mundo tinha sobrevivido após passar tão pouco tempo no útero da mãe.

Mas, em 5 de junho deste ano, Richard Scott William Hutchinson comemorou seu primeiro aniversário, certificado pelo Livro Guinness de Recordes como o mais jovem bebê prematuro a sobreviver.

Richard e seus pais, Rick e Beth Hutchinson, com a certificação do Livro Guinness de Recordes — Foto: Rick e Beth Hutchinson via Guinness World Records/Divulgação

Richard e seus pais, Rick e Beth Hutchinson, com a certificação do Livro Guinness de Recordes — Foto: Rick e Beth Hutchinson via Guinness World Records/Divulgação

Ele quebrou um recorde de mais de 30 anos, superando o canadense James Elgin Gill, que nasceu em 20 de maio de 1987, com 21 semanas e 5 dias de gestação, ou 128 dias prematuro.

Richard quebrou um recorde de mais de 30 anos ao sobreviver — Foto: Rick e Beth Hutchinson via Guinness World Records/Divulgação

Richard quebrou um recorde de mais de 30 anos ao sobreviver — Foto: Rick e Beth Hutchinson via Guinness World Records/Divulgação

Uma gestação padrão dura 40 semanas – o nascimento de Richard estava previsto apenas para outubro.

Richard foi liberado do hospital após um semestre — Foto: Rick e Beth Hutchinson via Guinness World Records/Divulgação

Richard foi liberado do hospital após um semestre — Foto: Rick e Beth Hutchinson via Guinness World Records/Divulgação

Richard passou um semestre no hospital, onde recebia visitas diárias dos pais, e foi liberado apenas no início de dezembro, a tempo de passar seu primeiro Natal em casa.

Ele ainda precisa de auxílio de tubos para respirar e se alimentar, mas, de acordo com seus pais, deve superar essas etapas e passar a realizar essas ações sozinho daqui a algum tempo.