Israelenses e palestinos se enfrentam

Aviões israelenses atacaram a Faixa de Gaza, e palestinos dispararam foguetes contra Israel neste sábado (6).

Na sexta-feira, uma operação israelense contra o grupo militante Jihad Islâmica pôs fim a mais de um ano de relativa calma entre os dois. Israel matou um dos líderes do grupo em um ataque aéreo surpresa durante o dia, e os palestinos responderam com disparos de foguetes.

Neste sábado, Israel disse que atingiu militantes da Jihad Islâmica que se preparavam para lançar foguetes. Outros bombardeios atingiram três casas, disseram testemunhas.

Efeito de bombardeio em Gaza em 6 de agosto de 2022 — Foto: Mohammed Salem/Reuters

Efeito de bombardeio em Gaza em 6 de agosto de 2022 — Foto: Mohammed Salem/Reuters

Militantes palestinos dispararam pelo menos 160 foguetes. As sirenes de ataques aéreos foram acionadas em Israel, e as pessoas tiveram que ir para os abrigos antiaéreos em cidades no sul do país.

A maioria dos mísseis foi interceptada e não houve relatos de vítimas graves, de acordo com o serviço de ambulância israelense.

Egito, ONU, Catar e Irã

 

O Egito, a ONU e o Catar se mobilizaram para acabar com os confrontos.

Já o comandante da Guarda Revolucionária do Irã, Hossein Salami, afirmou que Israel vai pagar um preço alto pelos ataques em Gaza.

Sistema antimísseis de Israel em ação, em 6 de agosto de 2022 — Foto: Ilan Rosenberg/Reuters

Sistema antimísseis de Israel em ação, em 6 de agosto de 2022 — Foto: Ilan Rosenberg/Reuters

Se o Hamas, o grupo militante islâmico que controla Gaza, atacar Israel, o conflito vai tomar proporções muito maiores.

Os ataques israelenses mataram 12 palestinos. Além do líder da Jihad Islâmica, outros quatro militantes do grupo foram mortos. Entre as vítimas fatais também há uma criança. O número de feridos é pelo menos 84, de acordo com o Ministério de Saúde dos palestinos.

A Jihad Islâmica não deu detalhes precisos sobre quantos de seus membros foram mortos e não sinalizou nenhum cessar-fogo imediato. Um membro do grupo afirmou aos jornalistas que, para eles, a hora é de resistência, não de trégua.

FonteAgencias Internacionais

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