Falta de letalidade, defesa frágil, escolhas do treinador e movimentação da diretoria pesaram em eliminação precoce na Copa do Brasil
Por Luiza Sá — Salvador
As responsabilidades na eliminação do Flamengo na Copa do Brasil são divididas entre muitas mãos. Boa parte para um time ineficiente nas tantas finalizações. Os gols bobos e previsíveis, além do planejamento e da demora de Leonardo Jardim para substituir completam essa lista. A queda em Salvador premiou o time que quis mais, o Vitória, que avança às oitavas da competição.
Existe uma dificuldade que parece crônica do time com os pontas. Na época de Filipe Luís esse debate já existia quando ele defendia a utilização de Plata, que, ainda que não fizesse gols, se doava na parte tática. Atualmente, todos os jogadores de lado parecem viver uma escassez de criatividade. Luiz Araújo fez uma de suas piores partidas pelo Fla.
No setor defensivo também há necessidade de responsabilização. Os dois gols saíram em lances já manjados, com chute de fora da área de Erick e escanteio com falha de Rossi. A bola parada já vem sendo alvo de atenção e foi calcanhar de Aquiles mais uma vez..

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