Enquanto Bolsonaro defendia tratamentos ineficazes contra a Covid-19, iniciativas se espalhavam pelo país; veja a cronologia

Em suas  redes sociais, o deputado federal e filho de Bolsonaro aproveitou o resultado positivo para criticar a proposta do passaporte sanitário, que exigiria a comprovação de vacinação para a realização de algumas atividades. No entanto, em inúmeros momentos da viagem, tanto Eduardo como o resto da comitiva não cumpriram os protocolos sanitários adequados. O filho do presidente, assim como Queiroga, foram fotografados sem máscara e estiveram em aglomerações. Na quarta-feira, Eduardo postou no Instagram uma visita a sede da rede social Gettr, e em nenhuma foto usava máscara.

— Sabemos que as vacinas foram feitas mais rápidas do que o padrão. Tomei a 1ª dose de Pfizer e contraí COVID. Isso significa que a vacina é inútil? Não creio. Mas é mais um argumento contra o passaporte sanitário. Estudos sobre efeitos colaterais e eficácia estão ocorrendo agora — escreveu.

— Sabemos que as vacinas foram feitas mais rápidas do que o padrão. Tomei a 1ª dose de Pfizer e contraí COVID. Isso significa que a vacina é inútil? Não creio. Mas é mais um argumento contra o passaporte sanitário. Estudos sobre efeitos colaterais e eficácia estão ocorrendo agora — escreveu.

Além do esquema vacinal terminar após a segunda dose, no caso da Pfizer, a vacina não necessariamente impede o contágio, mas diminui consideravelmente a chance da doença se tornar grave.