O bicampeão patina no Brasileirão. E é disso que vamos falar nesta análise. Até porque, passou a ser redundante falar que o Flamengo de Rogério Ceni começa bem os jogos, domina, criar chances, não faz os gols, cai de produção no segundo tempo, as substituições não surtem efeito e a sofrência vai até o fim. Virou rotina. Mas é bom ter em conta que o treinador é para-raios, não o único responsável.
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Rogério Ceni, Flamengo x Fluminense — Foto: Marcos Ribolli / ge
A derrota por 1 a 0 para o Fluminense na tarde de domingo, em São Paulo, repetiu o roteiro citado acima que serve também para o revés contra o Bragantino ou as vitórias sofridas diante de Fortaleza e Cuiabá. O Flamengo não consegue ser consistente neste início de competição. Muito fruto de uma falta de leitura de jogo cada vez mais evidente de seu treinador, mas com boas doses também de deficiência técnica dos jogadores e passividade da diretoria.
Finalizações do Flamengo no BR
- Palmeiras – 12
- América-MG – 20
- Bragantino – 19
- Fortaleza – 19
- Juventude – 11
- Cuiabá – 12
- Fluminense – 21
Vamos combinar: se o Flamengo pressionou, teve posse de bola e criou mais chances de gols do que seus adversários em todos os sete jogos até aqui na competição, não dá para dizer que trata-se de um time mal treinador por completo. Certo? Contra o Fluminense, viveu essa realidade ao extremo, com 21 finalizações, o maior número neste Brasileirão.

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