Campeões da vacina, como Reino Unido e Israel, ainda encaram restrições duradouras contra a Covid-19

LONDRES — A festejada e bem-sucedida campanha de vacinação do Reino Unido, associada ao terceiro e mais longo período de quarentena a que o país foi submetido no último ano, mostra luz no fim do túnel, com a queda acentuada das infecções, internações e mortes pela Covid-19. Mas — assim como em outros países com a vacinação avançada, como Israel — não é ainda a almejada panaceia.

Além da preocupação com as mutações do vírus — como a que surgiu no Reino Unido e hoje domina boa parte da Europa — o processo desigual de vacinação e distribuição de imunizantes mundo afora afetará as decisões dos países. A terceira onda de contaminações no continente, onde Itália, França e Alemanha anunciaram novos confinamentos parciais, confirma que o risco pode estar ao lado. Por isso, antes mesmo de anunciar a permissão para que seus nacionais voltem a viajar para o exterior, o governo britânico já considera impor novas restrições a quem chega da Europa. Atualmente, estão na lista vermelha de Londres 34 países, entre eles o Brasil.

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