Campanha Virtual e suas ferramentas na visão do Alex do Som

A Era Digital viabiliza novos métodos de persuasão. Agora, não é mais preciso repetir uma mentira mil vezes para que pareça verdade, como defendia o propagandista nazista Joseph Goebbels. Com a ajuda da big data (grande conjunto de dados armazenados), candidatos podem aferir desejos íntimos de cada pessoa, oferecer mensagens personalizadas e adotar os formatos que mais lhe atraem.
Temos mecanismos orgânicos e pagos, que fazem com seu conteúdo seja atrativo para públicos determinados com seu estilo e discurso.
No EUA com Trump e no Brasil com Bolsonaro a era digital com linguajar direto e com quebra de padrões deu certo na vitória de ambos.
A reeleição já é um fator diferente, pois a vitória com um discurso e resultados e atitudes diferentes pelo qual foi eleito pode levar a derrota de qualquer político nas próximas eleição. A informação é muito rápida, temos Watts, Telegran, Instagram, Facebook, E-mail, Direct, MSN, Mensagem, TIK TOK, Youtube, SEO, tantas outas ferramentas.
Quem não estiver antenado nessa revolução, estará fora de qualquer processo, não somente na política mais até mesmo na comunicação com os próprios assessores, colaboradores, parentes, familiares e seus eleitores. Hoje já tem empresas que oferecem serviços como pesquisa de mercado, para descobrir “como a sua audiência pensa e se comporta”; integração de data-base para centralizar “seus diferentes bancos de dados para trazer muito mais valor a eles”; data analíticas, que permite conhecer “profundamente a sua audiência”; segmentação da audiência, a fim de prever “segmentos da população com maior afinidade com a sua campanha” e comunicação segmentada, desenvolvendo “campanhas multicanais para engajar segmentos prioritários”.
Até a eleição passada, o pagamento pelo impulsionamento de publicações para determinados públicos na rede não era permitido. A reforma eleitoral permite o impulsionamento, mas ainda há controvérsia. O texto aprovado pelo Congresso Nacional dispõe que é “vedada a veiculação de qualquer propaganda paga na internet, excetuado o impulsionamento de conteúdos”.
No dia 18 de dezembro, o TSE divulgou resoluções que detalham as regras eleitorais, inclusive sobre o ambiente virtual, e manteve limites à propaganda na internet. De acordo com o tribunal, as propagandas somente poderão aparecer nos sites de candidatos, partidos e coligações, sendo vedada em páginas que pertençam a pessoas físicas ou empresas privadas.
Todas as resoluções podem ser modificadas até o dia 5 de março, prazo final para publicação das regras eleitorais.
Antes, o contato com os eleitores ocorria essencialmente “de forma analógica”, a começar pelo diálogo direto com a população, o chamado corpo a corpo.
Além disso, pesquisas feitas por diferentes institutos buscavam captar informações sobre os eleitores.
A atenção do mundo está em um aparelho chamado celular e sua vitória passa por essa tecnologia. Quem estiver preparado para essa evolução e sua rapidez estará muito a frente seus concorrentes.
Aos poucos vamos segmentar e mostrar para cada um de vocês caminhos que vão aproximar o mais rápido possível ao resultado de quem você precisa provocar com sua mensagem.
Curta, comente, marque seu amigo, salve e compartilhe, para que esse material possa chegar a mais pessoas.

Alex Do Som Oliveira

Empreendedor(a)🙏 Cristão
📈 Empresário
🌐 Campo Grande – Ms
Curta, comente, marque seu amigo, salve e compartilhe, para que esse material possa chegar a mais pessoas.

Siga Nossas Redes: