Boliviano entra com nova ação, cita caso Caboclo e pede suspensão do VAR na Copa América

O engenheiro boliviano Fernando Mendez Rivero entrou com nova ação na Justiça do Rio de Janeiro na última sexta-feira. Ele pede, novamente, a suspensão da utilização do árbitro de vídeo em todas as partidas do território nacional – o que inclui a Copa América realizada no Brasil até o dia 10 de julho.

No novo processo, Rivero cita os mais novos escândalos da CBF – da acusação de assédio moral e sexual do presidente afastado Rogério Caboclo – e lembra que “de 2012 para cá, a Requerida (CBF) obteve afastamento de quatro comandantes por condutas infratoras.”

Trecho da ação de boliviano diz que CBF registrou marca do VAR no Instituto Nacional de Propriedade Industrial — Foto: Reprodução

Trecho da ação de boliviano diz que CBF registrou marca do VAR no Instituto Nacional de Propriedade Industrial — Foto: Reprodução

– Desde atos de corrupção, por exemplo Ricardo Teixeira (mandatário da entidade entre 1989 e 2012) que possui mandados de prisão pela justiça dos Estados Unidos da América e da Espanha, até caso de assédio sexual e moral, conforme as recentes notícias de que o presidente da Requerida, Rogério Cabloco, fora acusado – diz um trecho da nova ação do engenheiro boliviano.

A luta de Rivero contra a CBF começou em 2019, quando o boliviano pedia que a entidade brasileira apresentasse o registro da criação do VAR, pois a entidade dizia que era “pioneira no envio do projeto do VAR à FIFA” e que “o sistema se desenvolveu a partir da ideia do brasileiro Manoel Serapião Filho, que sugeriu o uso da tecnologia como auxílio à arbitragem há mais de 20 anos”.