Wallace Yan se junta a outros jovens que tiveram pouco espaço no time principal
Por Redação do ge — Rio de Janeiro
Em um Flamengo estrelado, as joias da base têm tido cada vez menos espaço na equipe profissional. Alguns até subiram, mas entraram na lista de negociáveis rapidamente. A saída passa pelo perfil dos atletas e as prioridades na disputa por posições. Wallace Yan foi o caso mais recente.
O atacante de 20 anos viveu altos e baixos desde que foi promovido ao profissional. Com bons momentos, como o gol contra o Chelsea (Inglaterra), o jogador também viu a personalidade forte o atrapalhar e decretar o fim da passagem pelo Flamengo. A questão comportamental ajuda a explicar a venda.
A liberação de um jogador jovem por 10 milhões de euros (R$ 62 milhões) ao Red Bull Bragantino passa por alguns motivos. Apesar de ter espaço para crescimento, Wallace acabaria se desvalorizando com a falta de espaço. Ele já vinha sendo pouco utilizado e viu o Flamengo ir ao mercado por jogadores nas posições em que atua, seja no meio-campo ou no ataque.
O que isso significa? Atletas que acompanhem as determinações técnicas, táticas e de comportamento. Além disso, que se dediquem nos treinamentos e estejam disponíveis no dia a dia para evolução. No caso dos garotos, aproveitar a experiência do grupo ajuda.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2026/0/i/NMKDJcRSyKOvBjSSnQFQ/55042125818-1324df410b-h.jpg)
Wallace Yan durante jogo entre Flamengo e Bangu — Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
Foi o caso de Lorran, emprestado ao Pisa (Itália) até o meio do ano. O jogador quase foi vendido ao CSKA (Rússia), mas a negociação melou. Considerado uma das grandes joias do Flamengo, ele foi mandado de volta para a base no início de 2025 e não ganhou mais oportunidades. A comissão técnica entendia que o jovem não conseguia acompanhar os pedidos feitos.
Outros dois que tiveram o contrato rescindido foram Petterson e Felipe Teresa. Ambos apareceram na equipe de cima em certo momento, mas o comportamento fez o Flamengo tirá-los da equipe, mesmo sem compensação financeira. Matheus Gonçalves foi vendido ao Al-Ahli (Arábia Saudita) – Filipe Luís chegou a chamar o meia de “anárquico”.





