Assassinos mataram 41 pessoas com atentados à bala

Há uma onda de ataques nas últimas semanas nos Estados Unidos. Nesta sexta-feira (16), um atirador matou oito pessoas a tiros e feriu outras seis em um prédio da empresa de entregas FedEx em Indianápolis, no estado de Indiana.

No meio de março, oito pessoas foram assassinadas em três casas de massagens na região de Atlanta. Esse crime chamou a atenção para a possibilidade de perseguição contra pessoas asiáticas nos EUA.

Menos de uma semana depois, dez pessoas foram assassinadas quando um atirador abriu fogo em uma mercearia na cidade de Boulder, no estado do Colorado.

No fim de março, um homem armado matou quatro pessoas (entre elas, uma criança de 9 anos) em uma corretora de imóveis no sul da Califórnia.

Em abril, antes do incidente em Indiana, um homem matou seis pessoas em sua vizinhança –seus vizinhos (um médico, a esposa dele e dois netos que estavam na casa), um técnico de ar e uma outra pessoa na cidade de Rock Hill, na Carolina do Sul.

No mesmo dia, um atirador abrir fogo em uma loja de móveis em Bryan, no Texas. O criminoso era funcionário da empresa e foi preso após trocar tiros com policiais. Uma pessoa morreu.

Na segunda-feira (12), quatro pessoas foram mortas em uma escola de ensino médio em Knoxville, no Tennessee. Um aluno foi baleado e morto após abrir fogo contra policiais, e um agente ficou ferido.

Além dessas 41 vítimas, também morreram pelo menos três dos atiradores: o dos crimes em Indianápolis, Carolina do Sul e Tennessee.

Governo Biden quer restringir acesso a armas

Na semana passada, o presidente americano, Joe Biden, anunciou medidas para tentar controlar o que chamou de “epidemia de violência com armas de fogo” no país.

Biden quer dificultar o acesso às “armas fantasmas”, que podem ser montadas em casa e não têm número de rastreio.

“A violência com armas de fogo neste país é uma epidemia. E é uma vergonha internacional”, afirmou o presidente americano.