Após mudanças na Lei, 122 mil toneladas de resíduos da construção civil foram destinados aos Aterros

Neste 15 de março, completou um ano da implantação do programa voltado ao Controle de Transporte e resíduos por meio eletrônico (E-CTR), um grande avanço em relação ao tratamento dos resíduos da construção civil em Campo Grande. A ferramenta é responsável pela fiscalização e gestão dos resíduos, desde o seu acondicionamento, transporte e correta destinação final nos aterros.

O prefeito Marquinhos Trad destaca o trabalho da administração municipal com investimentos em tecnologia e modernização das legislações municipais. “Nossa gestão tem concretizado muitas ações do plano de governo, ideias que antes existiam no papel e hoje são realidade. Avançamos no regramento das ações na área urbanística ao mesmo passo que preservamos nosso meio ambiente. Exemplo disso é as mais de 100 mil toneladas de resíduos da construção que foram devidamente descartados de acordo com a legislação”.

O secretário municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana, Luís Eduardo Costa, aponta o E-CTR como um grande marco para Campo Grande “Desde o início da gestão estudávamos ações para a questão dos resíduos da construção civil e volumosos e hoje, com a implantação de um sistema totalmente eletrônico, monitoramos mais de cinco mil caçambas que encontram-se em utilização”.

Em um ano de implantação foram emitidos mais de 117 mil E-CTRs, uma média de mais de 10 mil documentos emitidos/mês. O que totalizou cerca de 457.800m³ de resíduos ou mais de 112 mil toneladas.

Tendo 89 empresas de caçambas devidamente cadastradas no município que prestam o serviço e emitem o CTR-E e oito empresas que recebem os resíduos da construção e realizam a destinação final adequada.

CTR-E

A partir do Decreto n. 13.754 que apresentou as regras gerais para cadastramento e emissão do E-CTR o documento passou a ser expedido em formato eletrônico e exigido dos operadores que exploram a coleta e o transporte de resíduos da construção civil, com a finalidade de comprovar a correta destinação deste material e visando o controle dos Resíduos da Construção Civil (RCC) permitindo o seu rastreamento desde o gerador até a unidade de destinação. O transportador precisará portar o CTR eletrônico, obrigatoriamente, toda vez que coletar, transportar e destinar o RCC à uma área devida.

FonteAgência Municipal de Notícias de Campo Grande