Uma família dona de um conglomerado de seis a sete empresas do setor frigorífico em Mato Grosso do Sul, acusada de sonegar aproximadamente R$ 370 milhões por meio de fraudes fiscais, previdenciárias e trabalhistas, levava uma vida de ostentação, com carros de luxo e consumo de vinhos caros, eletrodomésticos de última geração, relógios da moda e joias.
A constatação é da força-tarefa formada pela Polícia Federal (PF), Ministério Público Federal (MPF) e Receita Federal (RF), que deflagraram nesta sexta-feira (28), a operação Labirinto de Creta II, tendo como alvo justamente este núcleo familiar.

Grupo frigorífico de MS é alvo de operação contra sonegação de R$ 350 milhões
Segundo o diretor regional de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, delegado Cléo Mazzotti, foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão, sendo 14 em Campo Grande e Terenos e 1 em São Paulo.
Foram apreendidos mais de 15 veículos de alto valor, como um Porshe, por exemplo, caminhões, R$ 700 mil em vinhos, aparelhos de televisão de alta tecnologia, como um de 105 polegadas, avaliado em R$ 90 mil, além de relógios e joias.
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