As instabilidades e a queda acentuada das temperaturas em Mato Grosso do Sul, podem ter contribuído para uma ligeira elevação nas taxas de isolamento social. Nesta quinta-feira (20) o índice médio mapeado no foi de 40,4% e o Estado detém a segunda melhor taxa do País. Historicamente essa taxa vem sendo registrada somente aos finais de semana.
Em Campo Grande onde as temperaturas chegaram a 14°C ontem, conforme dados do Inmet, a taxa de recolhimento social foi de 39,3%. Do terceiro pior índice entre as capitais do País, a cidade foi para o sexto melhor índice. As taxas mapeadas nos municípios podem ser conferidas aqui.

“Não deixe os sintomas se agravarem”
Com mais 510 casos confirmados do novo coronavírus no boletim epidemiológico apresentado nesta sexta-feira (21), o Estado passou a contabilizar 40.711 infectados desde o início da pandemia. As cinco regiões com mais casos foram: Campo Grande (+251), Corumbá (+38), Dourados (+34), Três Lagoas (+19) e Sidrolândia (+17).
A confirmação de mais 10 óbitos, com idades entre 46 e 86 anos, elevou para 696 o número de vidas perdidas para a doença em Mato Grosso do Sul. Corumbá, Dois irmãos, Aparecida do Taboado, e Chapadão do Sul confirmaram um óbito cada, já Campo Grande registrou mais seis. Dois deles com nada relatado, e os demais com fatores de risco e comorbidades. “A data mais antiga do registro da data de óbito foi 16 de agosto, o que significa que nossa investigação de óbito tem sido rápida”, destacou a secretaria adjunta da saúde, Christine Maymone.

Ela também reforçou a importância de a população buscar a unidade de saúde mais próxima de sua residência ao primeiro sinal de sintoma. “Os pacientes estão indo tardiamente procurar as unidades de saúde. É importante que você que tenha algum sintoma vá imediatamente a unidade de saúde mais próxima para que o caso não se agrave, e possam fazer a oximetria, a temperatura, para que um profissional de saúde possa te acompanhar e te dar a orientação correta. Isso é importante para diminuir a taxa de letalidade e os casos mais graves da doença. Não deixe os sintomas se agravarem”, destacou.





