A cesta básica de Campo Grande teve a maior alta no mês de março entre as 20 capitais analisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), segundo divulgado nesta quinta-feira (5). A variação foi de 2,60% e o valor fechou de R$ 382,47.
O valor da cesta representa 43,58% do salário mínimo. Além disso, são necessários 88 horas e 12 minutos de trabalho para fazer a compra. Nos últimos 12 meses, entre março de 2017 e 2018, a variação sofreu queda de (-2,42), representando R$ 4,43.
A banana, leite e café em pó foram os vilões da inflação na capital sul-mato-grossense com alta de 26,09%, 3,92% e 2,10%, respectivamente. Ainda sofreram aumento o a manteiga (4,78%) e o tomate (3,46%).
Por outro lado, o arroz, o feijão e a batata ajudaram a segurar o índice com queda de (-3,56%), (-11,26%) e (-5,11%), respectivamente. O açúcar também teve uma redução de preço acentuada, de -3% e a farinha não sofreu alteração.
Outras capitais
De acordo com a pesquisa do Dieese, a capital onde a inflação teve a maior queda em março foi Salvador com índice de (-4,07) e, consequentemente, fechou o menor valor da cesta básica em R$ 322,88. O local mais caro é o Rio de Janeiro com a cesta em R$ R$ 441,19.
A maior variação nos últimos 12 meses ocorreu em Curitiba (3,11%) e a maior queda foi na capital da Bahia (-7,66%).





