Diversas oficinas serão realizadas no ultimo dia da conferência da Assistência Social

Diversas oficinas foram realizadas na 12ª Conferência Municipal de Assistência Social (Confemas) realizada no Centro de Convivência do Idoso (Vovó Ziza), que contou com a presença de 48 autoridades, 139 participantes, 126 delegados e 13 pessoas que atuaram no apoio do evento. A abertura da conferência contou com a presença da vice-prefeita Adriane Lopes, acompanhada da secretária Municipal de Assistência Social, Maria Angélica Fontanari.

No segundo dia da 12ª Conferência Municipal de Assistência Social os participantes foram divididos em grupos que elaboraram propostas para o Município, Estado e União. Estas propostas garantem direitos, fortalecendo a política de assistência social.

Conforme o vice-presidente do Conselho Municipal de Assistência Social, Mario de Freitas, a Conferência é um momento importante para discutir, repensar e buscar novos caminhos

Confemas (1)

“Novas estratégias e um espaço onde todos podem lançar suas propostas para que possamos construir juntos uma nova Política de Assistência Social”, diz Freitas.

A conferência culminou com a plenária onde foram votadas dez propostas para o Mmunicípio, duas para o governo estadual e quatro para União. Também foram eleitos os Delegados para representar o Município na Conferência Estadual de Assistência Social (Confeas).

Para o presidente do colegiado estadual de gestores municipais de Assistência Social – Coegemas, Sérgio Wanderly, a importância da conferência, nesse momento histórico de desmonte dos direitos socioassintenciais, é praticamente um grito por nenhum direito a menos. O posicionamento dos trabalhadores, dos usuários, das entidades, de todos nós também como governo, que desde a primeira conferência nacional vem  construindo esse lugar que é o direito do cidadão a ter acesso a programas e serviços, de incluí-lo e colocá-lo em condição de bem viver, de participar plenamente como cidadão na sociedade.

“Esta conferência é um marco por ser esse grito de posicionamento consciente da sociedade que de fato não é dado, ele é conquistado. Esse marco do grito, de não aceitar, de até ser intransigente, de não aceitar o desmonte do que nós construímos como patamar civilizatório até agora, o que é uma questão republicana, que não é partidarizado, que é de todo trabalhador, de todo brasileiro”, explica Sérgio Wanderly.

Fonte:CG Notícias