Diante o atual cenário, os blocos liderados por Netanyahu e Eisenkot entraram em uma corrida para negociar alianças com outros partidos para chegar à maioria no Parlamento e formar um novo governo. No entanto, não havia um caminho claro para nenhum dos dois lados e, segundo o jornal norte-americano “The New York Times”, o que pode jogar Israel em “semanas de incerteza” diante da perspectiva de negociações prolongadas.
O crescimento dos partidos árabes, que quase dobraram sua participação no Knesset ao conquistarem 19 cadeiras neste pleito, complica o cenário, porque ao mesmo tempo que nenhum dos dois lados quer incluí-los, eles conquistaram um maior poder de barganha para lutar por seus interesses, segundo a colunista do g1 Sandra Cohen.