Clube viveu semanas de mudança no ambiente, tensões e fortalecimento do grupo para passar do Cruzeiro e seguir às quartas de final
Por Luiza Sá, Marcello Neves e Thiago Lima — Rio de Janeiro
É comum a brincadeira com um interruptor no Flamengo que leva o clima do “crise na Gávea” ao “rumo a Tóquio” em pouco tempo. As oitavas de final da Libertadores resumem bem como esse ambiente funciona. Se entrou extremamente pressionado não só pelas atuações ruins no pós-Copa como pelo dia a dia turbulento, o time avança às quartas da Libertadores colhendo os frutos de ter acalmado os bastidores nas últimas semanas.
A postura da equipe em campo traduziu o que todas as partes tentaram pregar ao longo dos últimos dias. Elenco e comissão técnica iniciaram o duelo ainda em Belo Horizonte em fase de pressão por respostas, movimentos bruscos da diretoria na janela de transferências e questionamentos sobre o modelo de jogo. As boas atuações e um ambiente mais controlado ajudaram na conclusão do objetivo que mantém a equipe viva no torneio.

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