Aliados de Lula atuaram para convencer federação PP-União Brasil a não apoiar Flávio Bolsonaro

Por Pedro FigueiredoValdo Cruz

O governo Lula atuou junto a líderes da federação União Progressista para que ela optasse pela neutralidade pelo menos no primeiro turno da eleição presidencial, não fazendo aliança com o pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro (PL).

Interlocutores do presidente Lula afirmam que o pedido de independência foi feito em duas frentes: pelo ministro da articulação política, José Guimarães, e pelo presidente do PT, Edinho Silva.

Presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro — Foto: Ricardo Stuckert e Raul Spinassé/Divulgação

Presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro — Foto: Ricardo Stuckert e Raul Spinassé/Divulgação

Guimarães, que foi líder do governo na Câmara e é conhecido por ter bom trânsito com o Centrão, atuou junto aos líderes do PP, Doutor Luizinho (PP-RJ), e do União Brasil, Pedro Lucas Fernandes (União-MA). Já Edinho manteve conversas com os presidentes dos partidos.

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