Investigação do Gaeco aponta fraudes em contratos para compra de livros, corrupção e lavagem de dinheiro. Grupo também é suspeito de interferir na liberação de exames, cirurgias e leitos na saúde pública.
Por Nadine Lopes, g1 MS
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Operação foi realizada nesta terça-feira (7). — Foto: Gaeco/MPMS
O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (Gaeco/MPMS) cumpriu 16 mandados de prisão preventiva e 43 mandados de busca e apreensão na manhã desta terça-feira (7). A operação “Gutenberg” foi realizada em Campo Grande, Dourados, São Gabriel do Oeste, Caarapó, Corguinho, Porto Murtinho, São Paulo (SP) e Abadiânia (GO).
Segundo o Ministério Público, a investigação identificou uma organização criminosa que atuava em crimes contra a administração pública, como fraudes em licitações, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e outros delitos. O grupo teria base em Campo Grande e atuação em diversos municípios de Mato Grosso do Sul, com empresários apontados como responsáveis por coordenar o esquema.





