10 ex-funcionários de Meghan Markle se apresentam para ajudar Palácio de Buckingham em investigação de bullying

Alguns dos ex-funcionário de Meghan Markle e do Príncipe Harry estão se preparando para cooperar com o Palácio de Buckingham em uma investigação sobre as acusações de bullyling contra a Duquesa de Sussex.

De acordo com o portal The Mirror, pelo menos 10 funcionários reais estão “fazendo fila” para participar da investigação – se suas identidades forem mantidas em sigilo. Na quarta-feira, o palácio anunciou que iniciaria uma investigação sobre o comportamento de Meghan Markle enquanto ela ainda fazia parte da realeza trabalhando no Palácio de Kensington.

“Estamos claramente muito preocupados com as alegações do The Times de acusações feitas por ex-funcionários do Duque e da Duquesa de Sussex”, diz o comunicado, confirmado pela Fox News. “Conseqüentemente, nossa equipe de RH analisará as circunstâncias descritas no artigo”, continuou o comunicado. “Os membros da equipe envolvidos no momento, incluindo aqueles que deixaram a Casa, serão convidados a participar para ver se lições podem ser aprendidas”.

“Estamos claramente muito preocupados com as alegações do The Times de acusações feitas por ex-funcionários do Duque e da Duquesa de Sussex”, diz o comunicado, confirmado pela Fox News. “Conseqüentemente, nossa equipe de RH analisará as circunstâncias descritas no artigo”, continuou o comunicado. “Os membros da equipe envolvidos no momento, incluindo aqueles que deixaram a Casa, serão convidados a participar para ver se lições podem ser aprendidas”.

“A Royal Household tem uma política de Dignidade no Trabalho em vigor há vários anos e não tolera bullying ou assédio no local de trabalho”, concluiu o comunicado. Na terça-feira, o jornal The Times UK alegou que Meghan Markle enfrentou uma queixa de bullying feita por um de seus conselheiros próximos. No entanto, a equipe da ex-atriz de 39 anos refutou as afirmações.

“A Duquesa está triste com este último ataque a sua personagem, particularmente como alguém que foi alvo de bullying e está profundamente comprometida em apoiar aqueles que passaram por dor e trauma”, disse um porta-voz do Duque e da Duquesa de Sussex em uma declaração enviada à Fox News. “Ela está determinada a continuar seu trabalho construindo compaixão em todo o mundo e continuará se esforçando para dar o exemplo de fazer o que é certo e fazer o que é bom”, acrescentou o comunicado.

De acordo com o jornal The Times, a reclamação foi feita pela primeira vez em outubro de 2018, por Jason Knauf, o ex-secretário de comunicações do casal. A denúncia alegou que a ex-atriz americana expulsou dois assistentes pessoais de casa e minou a confiança de um terceiro funcionário.

Um porta-voz do casal – que agora mora em Los Angeles com o filho Archie – disparou contra as alegações dizendo que “Vamos apenas chamar isso do que é – uma campanha de difamação calculada com base em desinformação enganosa e prejudicial”. “Estamos desapontados em ver este retrato difamatório da Duquesa de Sussex receber credibilidade por um meio de comunicação”, continuou o porta-voz.

“Não é coincidência que acusações distorcidas de vários anos com o objetivo de minar a Duquesa estejam sendo informadas à mídia britânica pouco antes de ela e o Duque falarem abertamente e honestamente sobre sua experiência nos últimos anos”, disse, fazendo referência à entrevista de Meghan Markle com Oprah Winfrey programada para ir ao ar no domingo, 7 de março, nos EUA.

Na semana passada, a CBS anunciou que Harry e Markle falariam com Oprah – sendo essa a primeira grande entrevista do casal na televisão desde que deixou os deveres reais e se mudou para os EUA.